Advogado trabalhista · Curitiba e São José dos Pinhais

A empresa não pagou o que é seu? Vamos cobrar.

Rescisão que não caiu na conta, hora extra que ninguém pagou, carteira que nunca foi assinada. A Justiça do Trabalho pode obrigar a empresa a pagar. Você não precisa entender de lei: precisa de um advogado que entre com a ação por você.

Prazos e percentuais previstos na CLT, na Constituição Federal e na Lei 8.036/90.

Você reconhece o seu caso?

Alguma dessas situações
é a sua?

Se for, provavelmente existe algo a cobrar. Toque na que mais parece com o seu caso. Você já chega no WhatsApp com o essencial explicado.

Não achou a sua situação? A maioria dos casos trabalhistas tem solução. Conte o que aconteceu com você.

Quero resolver o meu caso
Dr. Murilo Stéphano Stonoga, advogado trabalhista
Direito do TrabalhoOAB/PR 99.399

Quem conduz o seu caso

Dr. Murilo Stonoga

Advogado com escritório próprio em São José dos Pinhais e formação toda voltada ao Direito do Trabalho, incluindo a pós-graduação em andamento em Departamento Pessoal e Compliance Trabalhista, que é a área responsável por montar a folha de pagamento, controlar o ponto e calcular as verbas. É o domínio desse lado técnico que permite identificar o que foi calculado errado, o que foi pago pela metade e o que nem chegou a entrar na sua conta.

  • Atuação dedicada ao Direito do Trabalho
  • Leitura técnica de holerite, cartão de ponto e cálculo de verbas
  • Escritório próprio em São José dos Pinhais
  • Atendimento presencial ou on-line, direto com o advogado

O que pode ser cobrado

Quase nunca é só a rescisão.

Muita gente acha que só perdeu “a rescisão”. Na prática, um contrato de trabalho mal encerrado costuma deixar vários itens para trás. Estes são os mais comuns:

Não sabe se tem direito a alguma coisa?

Você não precisa saber. Conte o que aconteceu e reúna o que tiver: carteira, holerites, contrato, prints. A partir disso o escritório avalia o que a empresa deixou de pagar e o que dá para provar no seu caso.

Atenção ao prazo

Você tem 2 anos depois de sair da empresa para entrar com a ação.

E dentro desse processo, dá para cobrar os últimos 5 anos do seu contrato de trabalho. É o que diz o artigo 7º, inciso XXIX, da Constituição Federal.

Passou de 2 anos da saída, o direito de reclamar na Justiça se perde, mesmo que a dívida da empresa fosse enorme. É por isso que adiar “para pensar melhor” costuma ser o erro mais caro.

Como funciona na prática

Do primeiro “oi” até o fim do processo,
você entende cada passo.

  1. 01

    Você conta o que aconteceu

    Uma mensagem no WhatsApp, com suas palavras. Sem termo técnico e sem formulário gigante.

  2. 02

    Seus documentos são analisados

    Carteira, contrato, holerites, cartão de ponto, conversas. É aqui que aparece o que a empresa deixou de pagar e o que dá para provar.

  3. 03

    Você recebe uma resposta clara

    O que pode ser cobrado, quais as chances reais, quanto tempo costuma levar e quanto custa. Em português, sem enrolação. Se não houver caso, você também vai ouvir isso.

  4. 04

    O processo entra e você é acompanhado

    A ação é protocolada, você é preparado para a audiência e informado a cada movimentação. Você nunca fica sem saber em que pé está o seu caso.

Dúvidas mais comuns

O que quase todo mundo pergunta antes de começar.

Preciso pagar alguma coisa para entrar com o processo?

Na Justiça do Trabalho, quem entra com a ação em regra não paga custas para começar. Os honorários do advogado são combinados com você antes de qualquer coisa, por escrito, e você só assina se concordar. Nada é cobrado por surpresa.

Vocês atendem quem mora fora de São José dos Pinhais?

Sim. O escritório fica em São José dos Pinhais e atende também Curitiba, Araucária, Pinhais, Piraquara e Fazenda Rio Grande, além do restante da região metropolitana. Todo o atendimento pode ser feito à distância, por WhatsApp e videochamada, com os documentos enviados digitalmente.

Dá para saber logo de cara quanto eu tenho a receber?

O valor depende dos documentos, das provas e de como o processo anda, então não sai de uma primeira conversa. O que a primeira conversa entrega é a leitura do seu caso: o que a empresa deixou de pagar, o que dá para provar e qual o caminho. O cálculo detalhado faz parte do trabalho do advogado e é combinado junto com os honorários, por escrito, antes de começar.

Vou ter que ir à Justiça e encarar meu ex-patrão?

Boa parte dos casos termina em acordo, sem que você precise depor. Quando há audiência, você vai acompanhado pelo advogado e preparado com antecedência sobre o que será perguntado. Muitas audiências hoje são on-line, por vídeo.

Ainda trabalho na empresa. Posso processar sem ser demitido?

Pode. Demitir alguém por ter entrado com ação trabalhista é retaliação e gera consequência para a empresa. Existem ainda caminhos como a rescisão indireta, quando a empresa é quem está descumprindo o contrato. Nesse caso você sai e recebe como se tivesse sido demitido sem justa causa.

Não tenho quase nenhum documento. Ainda dá para fazer algo?

Sim. Documento ajuda, mas não é o único caminho: testemunhas, mensagens de WhatsApp, e-mails, fotos, escalas de grupo e até registros do próprio sistema da empresa servem como prova. E, em vários casos, é a empresa que tem a obrigação legal de apresentar os documentos ao juiz.

Assinei o acerto na saída. Isso me impede de cobrar?

Na maioria das vezes, não. Assinar o termo de rescisão não significa dar quitação de tudo o que existiu no contrato. Se as verbas foram calculadas errado ou pagas pela metade, a diferença continua sendo devida.

Se você passou por alguma dessas situações, o próximo passo é avaliar o seu caso.

Quero avaliar o meu caso

Fale com o escritório

Conte o que aconteceu.
O resto é com a gente.

Você não precisa chegar com tudo organizado, nem com nome técnico para o seu problema. Comece contando com suas palavras. A orientação vem depois.

Endereço

Rua Barão do Cerro Azul, 2118
Bom Jesus, São José dos Pinhais/PR

Atendimento

Segunda a sexta, das 9h às 18h
Presencial ou on-line

E-mail

murilo@stonoga.adv.br

Falar com o advogadoAtendimento direto com o Dr. Murilo